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	<title>Comments on: Cidade da Cultura: entre peras e cebolas</title>
	<link>http://andaime.blogsome.com/2006/10/26/cidade-da-cultura-entre-peras-e-cebolas/</link>
	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 22:07:59 +0000</pubDate>
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		<title>by: andaime</title>
		<link>http://andaime.blogsome.com/2006/10/26/cidade-da-cultura-entre-peras-e-cebolas/#comment-18</link>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 20:40:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://andaime.blogsome.com/2006/10/26/cidade-da-cultura-entre-peras-e-cebolas/#comment-18</guid>
					<description>Obrigado pelas tuas excelentes reflexões, mágoa nao poder ler o fechado Madeira de Uz. Aguardo pronto ler uma nova bitácora do Uz!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Obrigado pelas tuas excelentes reflexões, mágoa nao poder ler o fechado Madeira de Uz. Aguardo pronto ler uma nova bitácora do Uz!!
</p>
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		<title>by: Uz</title>
		<link>http://andaime.blogsome.com/2006/10/26/cidade-da-cultura-entre-peras-e-cebolas/#comment-16</link>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 18:08:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://andaime.blogsome.com/2006/10/26/cidade-da-cultura-entre-peras-e-cebolas/#comment-16</guid>
					<description>Esse colectivo de médicos (aos que por desgraça tivem de aturar 45 minutos na rolda de imprensa na que pediam esse despropósito) são a secção galega do Sindicato Español de Médicos.

Desde logo, como o seu âmbito de actuação é tão 'global' (globalmente espanhol, claro), para eles o investimento em cultura galega é cousa bem menor do que investir na saúde.

Provavelmente os senhores doutores ignoram duas cousas:
1) o que se gasta na Cidade da Cultura não tem a ver directamente com o orçamento da Conselharia de Cultura.
2) nenhuma área é mais necessária que outra: a saúde física é muito importante, mas também a psíquica e a cultural,  porque afinal a cultura redunda no bem-estar a todos os níveis.

Mais cultura equivale a mais ideias, isto equivale a mais talentos, e mais talentos equivalem a um país mais forte e no caminho do progresso.

E é neste momento no qual faço diferença entre a minha defesa da Conselharia de Cultura (e dos seus orçamentos) para expor o meu mais contundente rechaço à Cidade da Cultura:
- projecto faraónico.
- cancro para as contas públicas.
- ignorância de facto de a cultura ser algo vivo, constante e dinâmico que não se pode fechar entre 4 paredes.
- cousa inútil e nada funcional.

O melhor, acabá-la quanto antes e doar/reutilizar os edifícios para alojar alguma Conselharia, Concelharia, ou sé de instituições ou associações decentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Esse colectivo de médicos (aos que por desgraça tivem de aturar 45 minutos na rolda de imprensa na que pediam esse despropósito) são a secção galega do Sindicato Español de Médicos.</p>
	<p>Desde logo, como o seu âmbito de actuação é tão &#8216;global&#8217; (globalmente espanhol, claro), para eles o investimento em cultura galega é cousa bem menor do que investir na saúde.</p>
	<p>Provavelmente os senhores doutores ignoram duas cousas:<br />
1) o que se gasta na Cidade da Cultura não tem a ver directamente com o orçamento da Conselharia de Cultura.<br />
2) nenhuma área é mais necessária que outra: a saúde física é muito importante, mas também a psíquica e a cultural,  porque afinal a cultura redunda no bem-estar a todos os níveis.</p>
	<p>Mais cultura equivale a mais ideias, isto equivale a mais talentos, e mais talentos equivalem a um país mais forte e no caminho do progresso.</p>
	<p>E é neste momento no qual faço diferença entre a minha defesa da Conselharia de Cultura (e dos seus orçamentos) para expor o meu mais contundente rechaço à Cidade da Cultura:<br />
- projecto faraónico.<br />
- cancro para as contas públicas.<br />
- ignorância de facto de a cultura ser algo vivo, constante e dinâmico que não se pode fechar entre 4 paredes.<br />
- cousa inútil e nada funcional.</p>
	<p>O melhor, acabá-la quanto antes e doar/reutilizar os edifícios para alojar alguma Conselharia, Concelharia, ou sé de instituições ou associações decentes.
</p>
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